Um cliché

A temática, ou problemática que hoje vos escrevo, nada tem a ver com a minha experiência “Bostoniana”, aliás tem é quase como que uma realidade omnipresente, à excepção de ALGUMAS zonas de África, Sibéria, Amazónia, e pouco mais, refiro-me à mais famosa rede social do mundo, o FACEBOOK!!

                            VS                          

A minha ideia não é aborrecer-me nem -vos, decidi escrever e gravar de certa forma este meu pequeno texto para a posteridade e porque a sociedade não para de “assapar” e não se sabe o dia de amanhã, se não veja-se: à 15 anos, pelos menos eu, nos meus 9 anos sonhava lá que iam exister redes digitais gigantes que ligavam Milhões de pessoas no mundo, e pior: que fosse vontade própria das mesmas se exporem por completo e com vontade e plena noção disso.

Atenção que se interpretarem isto como uma crítica comportamental, então podem criticar-me á vontade, pois eu também procedo de igual forma.

Ah e outra razão porque mando para aqui os meu bitaites, é que em 2027 se ainda por cá andar ainda me vou rir á brava com este texto,  se é que ainda hajam computadores como os conhecemos.

Quem deu permissão ao SR. Zuckerberg para implementar uma rede desta dimensão, ou pelo menos q atingisse a presente dimensão?

Então eu se quiser abrir um café, uma papelaria, algo que crie riqueza para me sustentar a mim e aos meus é um problema megalómano, como é que esta pessoa altera o mundo “de um ano para o outro” e não é confrontado com burocracias??? Alguém me explique.

Pior, faz biliões de dólares baseado nos utilizadores da rede, sem que os mesmos recebam nada, nem informados de efeitos secundários, pq existem.

Qual é o carácter jurídico de uma empresa como o Facebook? Que ramo de negócio ocupa, como faz a contabilidade?

E mais questões de enquadramento se fariam…

Agora a parte mais controversa, parando e pensando nunca nenhum outro fenómeno social teve tamanho impacto em tão pouco tempo! Na minha opinião deveriam ter sido estudados os impactos que uma rede social o Fb ou outras poderiam obter ou aliás estão a ter, as “gentes” não estavam nem estão verdadeiramente preparadas para uma invasão tão brutal. Ei, alguém que veja que o pessoal é humano, e os humanos sempre foram fracos de ideias, e depressa se levam por comportamentos de massas.

É que não vi nenhuma mente brilhante levantar-se e colocar o problema que pode nascer com a brutal “taxa de natalidade de users  diária” com as redes sociais, sei lá um filósofo trully inspiring.

Mentes brilhantes nesta temática só vejo uma, o Mark Zuckerberg!

Estamos a mecanizarmo-nos demais, diz a malta “ah e tal, mas é bom para ver pessoas que não vemos à muito tempo”, pois dizeMOS mal nós não as vimos, apenas olhámos para uma imagem que nos é dada por um conjunto de bites e megabites (Se for gigas melhor) que nos faz lembrar alguém que reconhecemos como sendo a pessoa q conhecemos outrora!

Em termos relaccionais o FB em vez de dar confiança às pessoas numa relação, visto estarem em permanente acompanhamento da actividade do parceiro, cria vício, obsessão, e funciona em sentido contrário, aumentando a ciumeira e limitando gravemente comportamentos.

Depois á a outra de querer-mos ser amigos de toda a gente, pensamos nós, amigos são aqueles que de quem sabemos o número de cor, os outros vamos vendo por aí na labuta lol, ou temos escrito numa agendinha para contacto quando necessário ou porque sim.

Até a nível empresarial não é justo para a pessoa que presta um bom serviço, digamos um senhor de 50 anos que é jardineiro, se nao souber manusear FB e outras, vai estar em desvantagem para com aqueles que dominam as novas técnicas. Mas alguém formou “os jardineiros” a manusear o FB? Onde estão as acções de formação para estas pessoas, que explanem sobre conteúdos e RISCOS? PArte da fortuna do Sr. Zuckerberg podia muito bem ser direcionada à formação, se não que não lhe fosse permitida a dimensão da sua empresa, ou então limitado o leque de utilizações de um “livro das caras”.

Se quiserem partlhar a vossa opinião, feel free.

Eu diria que o Facebook é Anti-Natura, mas vou utilizando e fico aborrecido pq o meu telefone custou 5 doláres e nem fotos tira muito menos me deixa entrar na minha conta de Fb.

Por falar nisso aí surge outraproblemática, quando aqui em Boston surgiu a necessidade de comprar uma telefone móvel e uma máquina para retratar a minha estada por terras de tio Sam. Nascimento de problemática:

-Um telefone bom, all-in-one (Chamadas, sms, video, camera, jogos, mp3, app)

-Um telefone, telefone de 5$, apenas um telefone + máquina fotográfica  (APENAS) de corpo e lentes!

Essa discussão de Prós e Contras fica para outro dia…

Beijinhos e abraços meus caros,

Ricardo Pereira

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